Repressão policial em Belém

Ato #FORATEMER é brutalmente reprimido pela Polícia Militar em Belém, em 03 de setembro de 2016, na Av. José Malcher, esquina com Generalíssimo Deodoro.

Isso tem que acabar!

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Gisele Cittadino e Adriana Facina no Ocupar

Programa imperdível para essa sexta-feira.

ocupar a república

photo_2016-08-26_09-28-18.jpgÀs 19h da sexta-feira, 26 de agosto, na Praça da República, Esquina da Paz, ocorrerá a 23ª Edição da #SextaDaDemocracia!!!
Depois de receber Leonardo Avritzer da UFMG e Marcelo Neves da UnB no mês de junho, Ocupar a República será honrad@ na próxima sexta-feira pela presença de duas professoras do Rio de Janeiro, importantes intelectuais, mulheres de luta que atuam e pensam cotidianamente contra o Golpe e suas nefastas consequências na sociedade brasileira.

A primeira é a Profa Dra. Gisele Cittadino, professora de direito constitucional e direitos humanos da PUC-Rio, e organizadora do livro “Resistência ao Golpe em 2016”. Ela irá falar sobre o tema: “Luta por Direitos, Rompimento Democrático e Ativismo Judicial”.

A segunda convidada é a Profa Dra. Adriana Facina, antropóloga do Museu Nacional, que trabalha sobre música e lazer popular no Rio de Janeiro, com ênfase no funk, e atualmente pesquisa trajetórias de artistas com experiências…

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Palestra: Constituição, Direitos Fundamentais e Judicialização da Política, por Gisele Cittadino

A professora Gisele Cittadino vem a Belém à convite do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPa proferir a aula aula inaugural do Curso de Doutorado Especial201307251133460000007973, quando falará sobre “Constituição, Direitos Fundamentais e Judicialização da Política”. 

A Profa. Dra. Gisele Guimaraes Cittadino é Doutora em Ciência Política – Ciência Política e Sociologia – pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) e Professora Associada da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ).

A palestra é aberta voltada a acadêmicos, profissionais do direito de qualquer estágio de formação e tem entrada franca. Não é necessário fazer inscrições.

Serviço:

Quando: dia 23/8 (terça-feira) às 18:30.

Onde: auditório Haílton Correa Nascimento, no Instituto de Ciência Jurídica (ICJ), da UFPa, campus do Guamá.

Quanto: entrada gratuita.

Proibir a participação de candidatos com tatuagens em concurso público é inconstitucional

Por maioria, o STF decidiu nesta quarta-feira, 17, que é inconstitucional a proibição de tatuagens a candidatos a cargo público contida em editais de concurso público. Os ministros fixaram a seguinte tese em repercussão geral:

“Editais de concurso público não podem estabelecer restrições a pessoas com tatuagens, salvo situações excepcionais, em razão de conteúdo que viole valores constitucionais.”

O plenário seguiu voto do relator, ministro Luiz Fux, para quem as restrições estatais ao exercício de funções públicas originadas do uso de tatuagem devem ser excepcionais, “na medida em que implicam numa interferência do Poder Público em direitos fundamentais diretamente relacionados ao modo de ser de um ser humano e como ele desenvolve a sua personalidade”.

Em seu voto, o ministro Fux também pontuou que os requisitos para ingresso em cargo, emprego ou função pública devem ter menção expressa em lei.

“Em respeito ao artigo 37, inciso I, da CF, que expressamente impõe que os cargos e empregos em funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos na lei, revela-se inconstitucional toda e qualquer restrição a requisito estabelecido em editais, regulamentos e portarias se não houver lei dispondo pela matéria. Um policial não pode exteriorizar sinais corporais, como tatuagens, que conflitem com esta ratio, como, a título de ilustração, tatuagens de palhaços, que significam, no ambiente marginal, o criminoso que promove o assassinato de policiais.”

Para o ministro Fux, a tatuagem, desde que não expresse ideologias terroristas, extremistas, contrárias às instituições democráticas, que incitem violência, criminalidade, ou incentive a discriminação, os preconceitos de raça e sexo, ou qualquer outro preconceito, é perfeitamente compatível com o exercício de qualquer cargo público.

A máxima de que cada um é feliz a sua maneira deve ser preservada e incentivada em grau máximo pelo Estado. Sendo de destaque o papel que incumbe ao Poder Judiciário nessa missão. Por outro lado, a tatuagem reveladora de um simbolismo ilícito, incompatível com o desempenho da função pública, pode revelar-se inaceitável.”

Caso concreto

A questão chegou ao STF no RE 898.450, interposto por um candidato ao cargo de soldado da Polícia Militar de São Paulo contra acórdão do TJ bandeirante que reformou decisão de primeira instância e manteve sua desclassificação do concurso. No caso dos autos, o candidato obteve, em primeira instância, decisão favorável em mandado de segurança impetrado contra sua exclusão do concurso público para o preenchimento de vagas de soldado de 2ª classe depois que, em exame médico, foi constatado que possui uma tatuagem em sua perna direita que estaria em desacordo com as normas do edital.

O Estado recorreu alegando que o edital estabeleceu, de forma objetiva, parâmetros para admissão de tatuagens, mas que o candidato não se enquadrava nessas normas. O TJ/SP, então, destacou que o edital é a lei do concurso e a restrição em relação à tatuagem encontra-se expressamente prevista. Assim, ao se inscreveram no processo seletivo, os candidatos teriam aceitado as regras. A Corte salientou ainda que, quem faz tatuagem tem ciência de que estará sujeito a esse tipo de limitações. Acrescenta que a disciplina militar engloba também o respeito às regras e o descumprimento da proibição a tatuagens não seria um bom início na carreira. O plenário, no entanto, deu provimento ao RE do candidato contra a decisão do TJ/SP. Ficou vencido o ministro Marco Aurélio, que entendeu não haver inconstitucionalidade no acórdão do TJ.

Veja a íntegra do voto do ministro Luiz Fux.

Publicado em http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI244126,31047-Proibicao+de+tatuagem+para+candidatos+a+cargo+publico+e

PALESTRA: Ausência de accountability no Judiciário e no Ministério Público: o que isso tem a ver com a crise de 2016?

O Instituto de Ciências Jurídicas convida a eugenio_aragaocomunidade acadêmica para a palestra “Ausência de accountability no Judiciário e no Ministério Público: o que isso tem a ver com a crise de 2016?”, que será proferida pelo Prof. Dr. Eugênio Aragão, Professor da Universidade de Brasília, Subprocurador-Geral da República e Ex-Ministro da Justiça.

Data: 11/08/2016 (quinta-feira)

Hora: 10:00

Local: Aud. Hailton Correa Nascimento (ICJ), na Universidade Federal do Pará, R. Augusto Corrêa, 1 – Guamá, Belém – PA, 66075-110

Ocupar Junino na Praça do Carmo

ocupar a república

Na 13ª semana de mobilização e resistência ao golpe, o Ocupar a República traz a Belém Marcelo Neves, professor titular da UnB e um dos constitucionalistas mais respeitados do Brasil, para falar “Sobre um golpe midiático-parlamentar-judicial ou crônica de uma morte anunciada”. Neves é conhecido por não ter papas na língua e promete compartilhar tudo que sabe sobre os bastidores da conspiração, em especial sobre a participação de Gilmar Mendes e outros ministro do Supremo Tribunal Federal no golpe.

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Esta edição especial da ‪#‎SextaDaDemocracia‬ acontecerá excepcionalmente na Praça do Carmo, na Cidade Velha, e será seguida do Arraial do Ocupar com muito choro e forró, cachaça e comidas típicas, ao som de Chiquinho Do Acordeon, Diego Santos (violão), Carla Cabral(cavaquinho), Kleber Benigno (zabumba) e Gabriel Ventura (triângulo). E participações especialíssimas de Aíla e Quaderna.

Durante o arraial faremos o sorteio da peça “Congressista Golpista da…

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agenda #ocupararepública junho/2016

photo_2016-06-09_09-02-04O Ocupar a República traz uma programação especial para essa semana com cientista políticoLeonardo Avritzer, professor da UFMG.
Avrizter vem a Belém lançar seu livro Impasses da Democracia no Brasil, por Leonardo Avritzer, na Fox, nesta quinta-feira, às 18h.
Na sexta, fala no Ocupar a República, que acontecerá excepcionalmente no auditório do OAB, às 16h.
‪#‎ocupararepublica‬
‪#‎foratemer‬
‪#‎voltademocracia‬

programação junho/2016

ocupar a república

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O Ocupar a República traz uma programação especial para essa semana com cientista político Leonardo Avritzer, professor da UFMG.
Avrizter vem a Belém lançar seu livro Impasses da Democracia no Brasil, por Leonardo Avritzer, na Fox, nesta quinta-feira, às 18h.
Na sexta, fala no Ocupar a República, que acontecerá excepcionalmente no auditório do BASA, às 16h.
‪#‎ocupararepublica‬
‪#‎foratemer‬
‪#‎voltademocracia‬

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Michael Löwy: O golpe de Estado de 2016 no Brasil

Resuminho do Michael Lowy:
“O que a tragédia de 1964 e a farsa de 2016 têm em comum é o ódio à democracia. Os dois episódios revelam o profundo desprezo que as classes dominantes brasileiras têm pela democracia e pela vontade popular.”

Blog da Boitempo

michael lowy golpe de estado 2016 Michael Löwy na sede da Boitempo em São Paulo. Foto: Artur Renzo.

Por Michael Löwy.

Vamos dar nome aos bois. O que aconteceu no Brasil, com a destituição da presidente eleita Dilma Rousseff, foi um golpe de Estado. Golpe de Estado pseudolegal, “constitucional”, “institucional”, parlamentar ou o que se preferir. Mas golpe de Estado. Parlamentares – deputados e senadores – profundamente envolvidos em casos de corrupção (fala-se em 60%) instituíram um processo de destituição contra a presidente pretextando irregularidades contábeis, “pedaladas fiscais”, para cobrir déficits nas contas públicas – uma prática corriqueira em todos os governos anteriores! Não há dúvida de que vários quadros do PT estão envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras, mas Dilma não… Na verdade, os deputados de direita que conduziram a campanha contra a presidente são uns dos mais comprometidos nesse caso, começando pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (recentemente suspenso), acusado…

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